Dia 5 de junho. Foi a última vez que eu de fato escrevi algo relevante aqui nesse blog. De lá para cá foi uma série de pequenos posts nada impactantes, nada controversos e nada comentados. Foram posts que em nada lembram a mim, o ser supremo onipotente déspota e absolutista desse blog.
Os motivos são muitos, mas o principal foi minha total dedicação ao projeto de conclusão de curso da faculdade que, não por coincidência, também é um blog. Escrever, arrumar layout, construção do embasamento teórico e outras coisas que quem bloga sabe como é que dá trabalho (a quem possa interessar, fui aprovado com louvor
).
Outro motivo-chave foi o twitter. Sim. O twitter quase matou meu blog. E eu não fui o único, o garoto enxaqueca também passou por isso. Tudo rola tão rápido no twitter que praticamente todo assunto já é velho quando a gente termina de escrever um texto à respeito. Acebei perdendo muitos posts em potencial. E fui cobrado por isso. Muito cobrado.
O Júlio me pede posts meta-blogagem o tempo inteiro, o Hugo Meira me cobra diariamente que eu escrevesse sobre uma série de coisas, ficava esperando minha opinião sobre esse ou aquele assunto, e eu não postei. O Dragus puxou papo sobre a polêmica do diploma de jornalista e o debate acabou rolando sabem onde? No twitter. Pois é. O negócio foi tão sério que o Felipe Neto foi para a Europa eu perdi até de fazer um post rogando praga ou algo do tipo. #epicfail
Mas isso gentlemen, acabou.

O blog está de cara nova e eu estou de volta, agora com gás e com tempo para voltar a escrever todas as barbaridades e idiotices que vocês estão acostumados.
Conquistei poucos leitores, mas se esses malucos ainda visitavam esse blog mesmo nos piores períodos e não reclamaram nenhuma vez, não posso posso deixá-los na mão.
E viva la resistance!